FAMÍLIA É FEITA DE AMOR!

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ERA MUITO MAIS DO QUE UMA MANADA, ERA UMA BELA E UNIDA FAMÍLIA DE ELEFANTES.
TINHA A MAMÃE E O PAPAI ELEFANTE E UM CASAL DE FILHOTES. APESAR DISSO, A MAMÃE ELEFANTE SENTIA QUE FALTAVA ALGO A MAIS.
ELA SENTIA NO SEU CORAÇÃO QUE NA FAMÍLIA CABIA MAIS UM FILHOTE.
ESTE TAMBÉM ERA O DESEJO DE TODOS NA FAMÍLIA, MAS POR ALGUM MOTIVO A MAMÃE NÃO CONSEGUIA MAIS TER FILHOTES.
MAS CERTO DIA, A MANADA SEGUIA PELA FLORESTA QUANDO ENCONTROU UMA OVELHA AFLITA COM SEU FILHOTE RECÉM-NASCIDO.
- O QUE HOUVE SENHORA OVELHA, POR QUE ESTÁ TÃO TRISTE?
– PERGUNTOU A MAMÃE ELEFANTE.
- MINHA OVELHINHA NASCEU, MAS NÃO TENHO CONDIÇÕES DE CRIÁ-LA.
 – RESPONDEU A OVELHA TRISTE.
 A MAMÃE ELEFANTE ENTENDEU A SITUAÇÃO DA OVELHA, E COM SEU ENORME CORAÇÃO DE MÃE LHE DISSE:
- SE A SENHORA PERMITIR, NÓS PODEREMOS CUIDÁ-LA. SERIA UMA HONRA E UMA ALEGRIA PARA NOSSA FAMÍLIA. A AMAREMOS COMO AMAMOS UNS AOS OUTROS, E ASSIM SERÁ PARTE DE NOSSA FAMÍLIA.
A OVELHA SENTIU QUE SUA OVELHINHA ESTARIA EM BOAS MÃOS JUNTO DA FAMÍLIA ELEFANTE, ENTÃO ACEITOU E SEGUIU SEU CAMINHO.
QUANTA ALEGRIA!
TODOS DA MANADA FICARAM MUITO FELIZES COM A CHEGADA DA CAÇULINHA. SENTIRAM QUE AGORA A FAMÍLIA ESTAVA COMPLETA.
OS FILHOTES FAZIAM FESTA COM A NOVA IRMÃZINHA.
TODO SORRIDENTE, O PAPAI DECIDIU QUE SUA NOVA FILHA SE CHAMARIA OVELINA. OVELINA CRESCEU FELIZ, SAUDÁVEL E COM CACHINHOS MACIOS DE OVELHA EM UM AMBIENTE DE AMOR E CARINHO.
ELA SEMPRE SOUBE QUE NÃO HAVIA NASCIDO DA MAMÃE ELEFANTE, ELA PERCEBIA AS DIFERENÇAS FÍSICAS, ELEFANTES SÃO MESMO BEM DIFERENTES DE OVELHAS.
PORÉM, ESTAS DIFERENÇAS FICAVAM INVISÍVEIS QUANDO SE ESTÁ RODEADO DE AMOR, RESPEITO E TAMBÉM DE AMIGOS.
OVELINA TINHA AMIGOS DE MONTE E DE TODAS AS ESPÉCIES:
PASSARINHOS, GIRAFAS, BÚFALAS E ATÉ JACARÉ.
NATURALMENTE, NÃO DEMOROU MUITO PARA QUE ALGUNS COLEGAS COMEÇASSEM A NOTAR AS DIFERENÇAS ENTRE OVELINA E SUA FAMÍLIA, E POR ISSO ENCHIAM A OVELHINHA DE PERGUNTAS.
NO INÍCIO A OVELHA NEM SE IMPORTAVA, MAS A FREQÜÊNCIA DAS PERGUNTAS SÓ AUMENTAVA E OVELINA COMEÇOU A SE INCOMODAR. RESPONDIA QUE A DIFERENÇA ENTRE ELA E SUA FAMÍLIA SE DAVA AO FATO DE SER PARECIDA COM OUTROS PARENTES QUE MORAVAM LONGE. DESTA FORMA NINGUÉM PODERIA COMPARAR, POIS ASSIM VERIAM QUE NÃO ELA SE PARECIA MESMO COM NINGUÉM DE SUA FAMÍLIA. O QUE ANTES NÃO FAZIA DIFERENÇA PASSOU A DEIXAR A OVELHINHA MUITO TRISTE. ELA PROCURAVA EM SUA MANADA ALGUMA CARACTERÍSTICA SEMELHANTE À DELA, O NARIZ OU OS OLHOS, POR EXEMPLO. MAS NUNCA ENCONTRAVA.
E SERIA ESTRANHO QUE ENCONTRASSE, POIS DE FATO ELEFANTES E OVELHAS SÃO REALMENTE BEM DIFERENTES. SABENDO DA ANGUSTIA DA CAÇULINHA, A MANADA TENTOU DE VÁRIAS FORMAS ANIMÁ-LA. EM VÃO.
A MAMÃE ELEFANTE FICOU TRISTE AO VER SUA FILHOTINHA TÃO DESANIMADA E RESOLVEU AJUDAR OVELINA A ENCONTRAR AS RESPOSTAS QUE ELA PROCURAVA, E ASSIM LHE DISSE: - OVELINA, NÃO SÃO AS SEMELHANÇAS QUE NOS UNE E AS DIFERENÇAS JAMAIS NOS AFASTARÃO. PENSE NISSO E SUAS AFLIÇÕES DESAPARECERÃO! EM MEIO À CONVERSA DA SENHORA ELEFANTE COM SUA FILHINHA, A CURIOSA GIRAFA PESCOÇUDA SE ENROSCAVA ENTRE OS GALHOS DAS ÁRVORES PARA OUVIR A CONVERSA.
E LOGO FOI CONTAR A TODOS O QUE HAVIA CONCLUÍDO: OVELINA NÃO ERA ELEFANTE! DEPOIS DA CONVERSA COM SUA MAMÃE, OVELINA DESCOBRIU O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA FAMÍLIA: FAMÍLIA É MUITO MAIS DO QUE APARÊNCIAS.
FAMÍLIA É CUIDAR UNS DOS OUTROS. É RESPEITAR E, ACIMA DE TUDO, É AMAR INCONDICIONALMENTE. OVELINA ESTAVA TÃO SEGURA DE SI QUE NÃO PRECISAVA MAIS INVENTAR DESCULPAS OU SE ENVERGONHAR. ENTRETANTO, TODOS SÓ FALAVAM DE OVELINA E DE SUA FAMÍLIA.
AO SE APROXIMAR DE SEUS AMIGOS, OVELINA OUVIU COMENTÁRIOS PRECONCEITUOSOS:
- COITADA DA OVELINA, A POBREZINHA NEM FAMÍLIA TEM. - DISSE A GIRAFA. - ONDE JÁ SE VIU UMA OVELHA FAZER PARTE DE MANADA DE ELEFANTES?! - COMPLETOU O PASSARINHO.
 - UMA OVELHA QUERER SER UM ELEFANTE! POBRE COITADA. - DISSE O JACARÉ COM TOM DE PENA.
OVELINA SE APROXIMOU DECIDIDA E DISSE:
- PEÇO PERDÃO A TODOS, ERREI AO TENTAR FAZEREM ACREDITAR QUE SOU UMA ELEFANTA COMO TODOS DA MINHA FAMÍLIA. SIM, FAMÍLIA!
– DISSE A CONFIANTE OVELINA. A BÚFALA, BUFANDO FOI LOGO FALANDO:
- VEJAM VOCÊS, MEUS AMIGOS! OVELINA QUER FAZER-NOS ACREDITAR QUE UMA OVELHA PODE SER DA FAMÍLIA DE ELEFANTES ASSIM COMO PODE NASCER UMA JACA EM UM CAJUEIRO! OVELINA DEU UM PASSO À FRENTE E DISSE:
- SIM, MEUS COLEGAS, VOCÊS TÊM RAZÃO. SOU UMA OVELHA E MINHA FAMÍLIA É UMA MANADA DE ELEFANTES. ESTA É A MINHA FAMÍLIA! NÃO É A SEMELHANÇA QUE NOS UNIU E NEM A DIFERENÇA QUE NOS AFASTARÁ. O QUE NOS TORNA UMA FAMÍLIA É O AMOR QUE TEMOS UM PELO OUTRO. OS ANIMAIS FRANZIRAM A TESTA, E OVELINA CONTINUOU:
- É ASSIM QUE FAZEM OS AMIGOS TAMBÉM, OLHEM VEJAM: SOMOS TODOS DIFERENTES, CADA UM COM SUA CARACTERÍSTICA.
ÀS VEZES PODEMOS TER ALGO EM COMUM, ÀS VEZES NÃO. MAS O QUE IMPORTA É O AMOR E RESPEITO QUE TEMOS UM PELO OUTRO. HOUVE UM MOMENTO DE SILÊNCIO. E TODOS SE IDENTIFICARAM COM AS PALAVRAS DA OVELHINHA. OLHARAM-SE E NOTARAM QUE TODOS ERAM BEM DIFERENTES MESMO, MAS QUE ALGO OS UNIA E OS TORNAVA UMA GRANDE FAMÍLIA DE AMIGOS. ENTÃO TODOS ABRAÇARAM OVELINA JUNTOS.
E TUDO VOLTOU A SER COMO ANTES, SÓ QUE COM MAIS AMOR E MAIS RESPEITO. O QUE REALMENTE IMPORTA É RESPEITARMOS AS DIFERENÇAS, APRECIARMOS AS SEMELHANÇAS E VIVER COM MUITO, MAS MUITO AMOR.

AMIZADE NA ESCOLA- MUSICA

GENTILEZA





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BY: Pelos Caminhos da Evangelização no maternal e Jardim

LIVRO DOS ESPIRITAS

 Quero dois mil cruzeiros em livros espíritas! Era uma jovem senhora no balcão, a fazer o pedido. Mas o gerente da casa solicitou: — Faça, por obséquio, a relação.
 — Não há necessidade — afirmou a dama —, escolha os melhores e mande ao Dr. Anísio Fortes. E forneceu o endereço exato. O chefe do serviço, porém, coçou a cabeça, encabulado. Aquela moça sorridente a fazer uma compra significativa, assim desacompanhada... A indicação do nome de um médico que ele sabia materialista, embora respeitável... Não desejava criar um caso entre a instituição que a livraria representava e o clínico referido. — A senhora está credenciada por ele para fazer a compra? A cliente sorriu, compreendendo a dificuldade, e, rogando ao diretor de vendas um minuto de atenção, explicou: — Bem, o senhor não me conhece e devo esclarecer a questão, em meu próprio benefício. Esboçou na face a expressão silenciosa de quem ouve a própria consciência e continuou: — Narrando os próprios erros, atendemos à profilaxia necessária contra as nossas imperfeições. Imagine o senhor que, há precisamente quatro anos, cometi falta grave. Recém-casada, vi meu esposo adoecer sem recursos. Não tendo o apoio de qualquer parente que me pudesse prestar auxílio, aceitei a única oportunidade que me apresentavam, a de zelar pelo asseio no gabinete do Dr. Fortes. Encerrar, porém, duas salas e limpar instrumentos e vidros, móveis e vasos asseguravam-me ninharia... O ordenado dava mal para alguns sanduíches. Minha luta crescia. Penhorei o que pude. Mesmo assim, os débitos aumentavam. Apareceu, entretanto, a grande oportunidade. Amigos de meu esposo lembraram-me o nome numa prova de habilitação para atendente. Poderia ingressar, assim, no Serviço Público. Contudo, a preparação de papéis requeria dinheiro. A aquisição de traje novo requeria dinheiro. Vivia na expectativa inquietante, quando, de caminho para o trabalho, encontrei precioso vaso quebrado, sob elegante janela. Fina porcelana estilhaçada. E veio-me ideia estranha. Por que não aproveitar? Juntei fragmento a fragmento, recompus a peça o quanto me foi possível, adquiri papel fino, adequado a presentes e fiz pequenino volume de bela aparência. Apressei o passo e cheguei mais cedo. Fiz todo o serviço que me competia e, postando-me atrás da porta com o presente numa das mãos, esperei que o Dr. Fortes viesse. Eu sabia que ele chegava de repente, varando a porta à feição de vento tempestuoso. Aconteceu o que previa. O Dr.Fortes empurrou a porta de vaivém com força, e zás!... O embrulho rolou no piso e os cacos com grande ruído deram a impressão perfeita de que a preciosidade se perdera naquela hora. Meu jogo fora certo. O bondoso amigo, cavalheiro corretíssimo, fitou-me consternado... Como a voz da interlocutora se fizera hesitante, o gerente indagou, interessado: — E o resto? — Ante as perguntas do médico, que se supunha responsável pelo desastre, menti que se tratava de uma lembrança que meu marido e eu havíamos adquirido a custos para ofertar a minha irmã, prestes a casar-se... O Dr. Fortes consultou os remanescentes da peça e, homem muito experimentado, avaliou-a pelo justo valor. “Não quero que a senhora tenha qualquer prejuízo” — disse, pesaroso. E, de imediato, sacou do bolso dois mil cruzeiros, entregando-nos a título de indenização, pedindo desculpas. Embora desconcertada, recebi o dinheiro e utilizei-o nas providências que desejava. Concorri ao cargo e consegui nomeação para trabalhar num instituto assistencial. Abandonei minhas antigas atividades. Conquistei salário digno. Depois de algum tempo, buscando auxílio moral na Doutrina Espírita em benefício de meu esposo, tornei-me espírita, igualmente, e compreendi meu erro grave, percebendo que me fiz ladra, através do que podemos chamar uma “falta perfeita”. Procurei, então, o Dr. Fortes e confessei-lhe o meu gesto infeliz. Ele ouviu-me, com simpatia e respeito, mas não concordou com a devolução do dinheiro. Abraçou-me, benevolente, e apenas pediu que eu lhe desse um livro do nosso movimento, à guisa de amostra, desejando conhecer os princípios que me revolviam, assim, o fundo da consciência... O gerente da livraria, ao vê-la terminar a história, estendeu-lhe a mão, cumprimentando-a e falou, comovido: — Minha irmã, seu exemplo me obriga a pensar... A dama pagou a importância fixada, e, quando voltou à livraria, três dias depois, para recolher o certificado de que o médico havia recebido a encomenda, encontrou o gerente, atarefado, preparando um fardo de livros. — Está vendo? Disse ele à recém-chegada — hoje faço igualmente o meu pacote com mil e duzentos cruzeiros, em livros da nossa Causa, para oferecer a um amigo... — Como assim? — perguntou a visitante, evidentemente intrigada. O gerente, contudo, apenas sorriu e falou, entre satisfeito e hesitante: — Eu também tenho um caso... 

















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A formiga e a joaninha

Áudio e slides da música "A formiga e a joaninha". 
CD: Histórias Cantadas, composição Sônia da Palma

A imagem pode conter: texto
 

CUIDADO COM O CORPO

Prece Inicial

Primeiro momento
Trabalhar os seguintes conceitos:

1 - Quem sou eu
Fazer as seguintes perguntas às crianças:
- As pessoas são iguais às outras? Na aparência? No jeito de ser?
- Existe alguém igual a você no mundo?
- Somos parecidos com alguém?

Ver anexo 1

Exercício 1: Apresentar a turma alguns objetos que se parecem iguais mas que possuem características diferentes.
Apresentar alguns bichinhos de plástico idênticos para as crianças apertarem e descobrirem que eles possuem sons diferentes (Alessandra levará no dia).

Por isso:
- Cada indivíduo é especial, único;
- Cada pessoa é diferente física e emocionalmente. Mesmo os gêmeos idênticos são diferentes;
- Deus ama cada um como ele é;
- Deus empresta um corpo físico a cada espírito para aprender e evoluir durante a vida terrena; cuidados com o corpo físico.
- Por isso é que precisamos ser boas pessoas (sermos respeitosos, amorosos, alegres) e também cuidar de nós, do nosso corpo.

2 – Cuidados com o corpo
Se Deus nos deu o corpo físico, quais são os cuidados que devemos ter com o nosso corpo físico?

Ver anexo 1 – Colar figuras no quadro durante a explicação ou levar o computador

- Cuidados com a higiene: tomar banho, cortar as unhas, escovar os dentes, cortar os cabelos, lavar as mãos, etc.
- Cuidados com a alimentação: comer alimentos saudáveis como frutas e verduras, evitar o excesso de guloseimas (chocolates, balas, salgadinhos).
- Cuidados com a aparência: usar roupas adequadas, limpas, etc.
- Cuidados com a saúde: cuidar para não se machucar quando brincar, evitar o excesso de sol, tomar vacinas, brincar, fazer exercícios físicos, ir ao médico e ao dentista quando necessário.

ATIVIDADE DIRECIONADA :  

De 2 à 6 anos

Bonequinhos de palitos de picolé: A roupa pode ser feita palito de picolé a carinha pegar uma cartolina para desenhar carinhas ou desenhinhos. OBS: Ajudá– los a desenvolver a criação.




Os demais

Porta-retrato para retratar a criança e a valorização do seu corpo, mostrando no desenho o que eles precisam para cuidar do corpo. O desenho é feito em uma folha e colado em uma cartolina colorida de tamanho um pouco maior, para fazer as bordas. Um pedacinho de cartolina (dobrado ao meio e colado atrás do desenho) mantém em pé o porta-retrato.




Prece de encerramento
ANEXO 1 – Cartaz “somos iguais?”


SOMOS TODOS IGUAIS?



Na aparência, nas qualidades e nos defeitos???




ANEXO 2 – Apresentação do conceito de cuidado com o corpo

CUIDADOS COM A HIGIENE

CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO


CUIDADOS COM A SAÚDE



CUIDADOS COM A APARÊNCIA




by: Alice Lirio